terça-feira, 12 de junho de 2012

Monarquia, a solução Real : Brasil Imperial

Faz mais de um mês que me incomoda todos os dias a vontade de escrever aqui no blog sobre Monarquia. Já toquei no assunto para encerrar outra postagem, mas continuo com o assunto na cabeça para escrever. Começo a desconfiar que minha velha intuição infalível seja algo mais do que apenas uma percepção sensitiva do inconsciente coletivo. Desconfio cada vez mais que seja uma comunicação telepática limitada pelo nível de consciência humana. Portanto vamos ao que interessa...

Impressionante a manifestação popular no Jubileu de Diamante da Rainha Elizabeth II. Confesso que nunca vi um povo festejar um líder político com tanto entusiasmo, exceto quando chegam ao poder, na festa da posse. Depois de poucos anos, a popularidade de qualquer político decai. Até mesmo o Lula, que deixou a presidência com índices de popularidade altíssimos, já não é mais tão bem visto assim... mentira tem perna curta. Mas a rainha permanece popular, depois de 60 anos de reinado.

Uma análise pode justificar essa popularidade devido a falta do desgaste que sofrem os políticos com medidas e decisões impopulares, crises políticas e econômicas. A rainha não governa de fato, fica até difícil para nós brasileiros entendermos qual o papel da família real e da própria rainha como figura decorativa. Mas aí reside o maior argumento dos críticos da realeza britânica: o alto custo para se manter essas figuras decorativas, sem função prática no governo.

Parece bastante lógico por esse ponto de vista que manter a Monarquia inglesa custa muito caro, em uma questão de custo x benefício. É realmente difícil de entender, mas diante da festa, que também custou caro, o que fica evidente é que o povo inglês, que vive naquela realidade e paga essa conta, está muito feliz e satisfeito com seu sistema, com sua rainha. Contra fatos não há argumentos, e não me lembro de ver povo nenhum tão satisfeito com político algum depois de poucos anos.


Eu não lembro direito do plebiscito que votou pelo sistema de governo no Brasil no início dos anos 90, era criança ainda. Venceu o presidencialismo contra o parlamentarismo, e pelo que li em um comentário dia desses, a Monarquia era considerada absurda pelo povo brasileiro. Povo que sabemos como é manipulado pela mídia ainda hoje, muito mais naquela época, antes da internet e da popularização da TV por assinatura, quando o povo brasileiro ficava a mercê da Rede Globo.

Os brasileiros rejeitaram a Monarquia, mas os ingleses estão felizes e satisfeitos com sua rainha. Rainha Elizabeth II, não apenas da Inglaterra mas de toda Grã-Bretanha, que inclui Canadá, Austrália, Nova Zelândia... Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales. Ainda temos outras monarquias na Europa, como Espanha, Mônaco, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Suécia, Luxemburgo... além de muitas outras na África, Ásia e Oriente Médio, algumas famosas pela riqueza, como Malásia, Catar, Bahrein, Arábia Saudita... e ainda Japão e o Butão, o pequeno reino que trocou o PIB pelo FIB, dando mais importância a felicidade do povo do que a economia.

Interessante que na lista de países monárquicos atuais, estão alguns dos mais ricos e desenvoldidos do mundo, com melhor qualidade de vida para a população. Enquanto isso no Brasil a Monarquia é considerada um regime ultrapassado, obsoleto e atrasado. Curiosamente, nós vivemos em um país rico, uma das maiores economias do mundo, onde o povo vive mal, sem saúde, segurança e educação, os fatores mais importantes para uma sociedade. 

Pagamos uma das cargas tributárias mais altas do mundo para sustentar um Estado inchado e ineficiente, extremamente corrupto, pagamos os políticos mais caros do mundo, com o pior custo x benefício... e ainda achamos que uma família real é apenas uma decoração de luxo, que custa muito caro e não serve pra nada. Cada povo tem o governo que merece...

Instituto Ludwig von Mises Portugal - https://www.facebook.com/mises.portugal

"Ineptocracia - sistema de governo em que os menos capazes de liderar são eleitos pelos menos capazes de produzir e onde os membros da sociedade com menos probabilidade de se sustentarem ou de terem sucesso são recompensados com bens e serviços pagos através da confiscação da riqueza de um número decrescente de produtores." Soa familiar?

10 PASSOS PARA SE CONSTRUIR UM PAÍS IDIOTA
www.youtube.com/watch?v=xLs9YUvtbYs

enquanto isso em um reino distante...

Hats off to the Queen’s Marriage
http://www.smartrelationships.org/1869/hats-off-to-the-queens-marriage/

Um comentário:

  1. Postagem sui generis sobre a Monarquia.
    O resultado ficou excelente.
    .
    Alguma coisa sobre o Sabotado Plebiscito de 21 de abril de 1993.
    .
    “O plebiscito que deveria ter sido realizado em 7 de setembro, foi adiantado em mais de 4 meses para 21 de abril, diminuindo o tempo dos monarquistas se informarem e prepararem uma apresentação decente do tema às populações. O povo não tinha como escolher um regime ao qual não conhecia direita, e prova disso é que ele optou pelo presidencialismo republicano, a forma mais conhecida e divulgada nas escolas.”

    “Até 1993 era pacífico que a família Orleans e Bragança na pessoa de Dom Luiz de Orleans e Bragança era o legítimo herdeiro de Dom Pedro II como já reconhecido de longa data pela família real de várias outras nações. A câmara dos deputados do Brasil propôs, ao invés de Dom Luiz, Dom João Henrique como sucessor, violando o reconhecimento internacional e causando divisão dentro do pequeno e frágil movimento monárquico em Brasil. Em conseqüência, a divisão enfraqueceu o movimento monárquico nascente. Logicamente, os políticos sabiam disso e assim o fizeram propositalmente.”
    Como se tivessem autoridade para tanto ou se isso fosse possível: a câmara dos deputados determinar quem seria o futuro Imperador do Brasil.

    “O STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu os príncipes de aparecerem na televisão. Os maiores conhecedores da Monarquia, os príncipes, não puderam falar na TV por ordem do STF, o que, evidentemente, foi uma censura desleal contra a propaganda monárquica, pois o imperador e os príncipes são as personalidades mais importantes duma monarquia.”

    “Por todas essas vicissitudes, o plebiscito de 1993 é considerado por muitos especialistas totalmente inválido do ponto de vista moral. Ele foi tão somente uma tentativa grosseira e mal intencionada de legitimar um sistema de governo que nasceu de um golpe militar e que nunca deu certo no Brasil. Apesar de sua validade jurídica, o plebiscito de 1993 é um exemplo vivo de como as massas podem ser manipuladas e usadas para se legitimar o ilegitimável e, ainda assim, conseguir a simpatia internacional por passar a imagem de "bom moço" que promove a "democracia" (governo do povo).”
    .
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Plebiscito_sobre_a_forma_e_o_sistema_de_governo_do_Brasil_(1993)
    .

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